Desço à noite envolto

 em sono: e os braços

 como ímãs, atraem o

 firmamento.

 

 

 Enquanto os bruxos

 velhos e devassos

 assoviam em mim na

 voz do vento

 

 Sou o mar!

 Sou o mar!

 

 Sem imensidão e

 sem razão me leva

 para o silêncio

 

 

 Onde o SILÊNCIO dorme...

Taís Fernandes

 
 
 
 
 
         
 
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